Formação / Cursos
24IGP005
Os Municípios e a Eficiência Energética: implementação de projetos de Autoconsumo Coletivo e Comunidades de Energia Renovável - 2ª Ed | ON-Line
Área Temática Eletricidade e energia
Carga Horária 15 Horas
Administração Central e Local
Data de Início 2024-04-19 Data de Fim 2024-05-10 Cronograma
Formador(a) Ver "Observações"
Local de Realização IGAP - On-Line|Microsoft Teams
Público alvo Dirigentes Autárquicos; Coordenadores e Técnicos Municipais envolvidos no desenvolvimento de projetos de Autoconsumo Coletivo (ACC) e Comunidades de Energia Renovável (CER), designadamente das áreas do ambiente, jurídica e gestão do património; interessados em geral
Taxa de inscrição € 155,00
Financiamento Taxa de Inscrição - isento de IVA (Art. 9º, nº 14 do CIVA)
Observações DATA e HORÁRIO das SESSÕES (5 sessões = 3h/sessão c/ intervalo):
19 de abril - das 9:30 às 12:30h
24 e 30 de abril -  das 14:30 às 17:30h
6 e 10 de maio - das 9:30 às 12:30h

Ação de formação realizada
 EM COLABORAÇÃO COM: Coopérnico – Cooperativa de Desenvolvimento Sustentável CRLprimeira cooperativa Portuguesa de energias renováveis, fazendo parte do universo de mais de 2500 cooperativas de energia renovável que existem em toda a Europa; única comercializadora em modelo cooperativo a fornecer energia elétrica renovável em todo o país. Desde 2019 que a Coopérnico participa em projetos europeus e nacionais para a implementação de comunidades de energia renovável em Portugal, como seja o COMPILE (H2020) e COMSOLVE (P2020).

FORMADORES: Luís Cachinho (MSc)
, engenheiro solar e consultor de comunidades de energia renovável na Coopérnico. Responsável pelo envolvimento e capacitação dos cidadãos e restantes partes interessadas, numa comunidade de energia renovável. Mestrado em Engenharia do Ambiente, com tese sobre a criação de uma comunidade de energia numa aldeia rural. Experiência prática em procedimentos técnicos e legais para a criação de comunidades de energia e autoconsumos coletivos, trabalhando em estreita colaboração com os municípios para a promoção deste modelo energético. Colabora em projetos nacionais e europeus sobre criação de comunidades de energia, como o Repositório de Comunidades de Energia Renovável (da Comissão Europeia) e no Asprela + Sustentável. Pós-graduação em engenharia e gestão de energias renováveis, tendo adquirido conhecimentos sobre as diversas fontes de energia renováveis e como integrá-las na rede nacional  |  Ana Bernardo, jurista, consultora em regulação no mercado energético, atividade de comercialização e produção; com experiência na área da regulação e serviços de auditoria e consultadoria em empresas comercializadoras de energia, eletricidade e gás natural, colabora com a Coopérnico na criação e implementação jurídica de Comunidades de energia renovável  |  João Miranda Santoslicenciado em Engenharia Eletrotécnica e membro da Ordem dos Engenheiros, com estudos avançados em Sistemas Sustentáveis de Energia; gestor de ativos de produção na Coopérnico.

INFORMAÇÕES ÚTEIS para a FORMAÇÃO ON-LINE (veja também os pré-requisitos obrigatórios para a participação)

1. As sessões serão realizadas na plataforma Microsoft TeamsO IGAP agenda a formação e envia aos participantes, juntamente com a confirmação da participação, o link de acesso para a data e a hora da sessão.

2. Não existe obrigatoriedade de instalação da app da plataforma Microsoft Teams para aceder às sessões. Após receção do link basta clicar em PARTICIPAR ou JOIN e utilizar a "versão web” para aceder à sessão respetiva, onde deve colocar o nome (1º e último, sem abreviaturas) para serem identificados na sessão, e clicar em participar/ingressar.

3. Contudo, poderá, gratuitamente, fazer o download da APP da plataforma Microsoft Teams em https://teams.microsoft.com/downloads, utilizando a versão instalada para acesso à sessão.

4. Sugere-se a entrada na sessão 15’ antes da hora prevista para o início da sessão formativa propriamente dita para "abertura” da sessão por parte da entidade formadora.

5. Guia indicativo e ajustável em função do tema e duração da sessão: 1.º Exposição do tema pelo/a formador/a, podendo ser acompanhada de suportes/recursos pedagógicos diversos; 2.º questionário/breve avaliação do tema que foi discutido através de um questionário (podendo ser interativo ou entregue como material da formação), que será em primeiro momento resolvido individualmente, para uma correção em conjunto; Respostas às questões dos participantes. Estas questões são colocadas por escrito, no chat visível no ecrã e são visualizadas por todos. O/A formador/a não responderá a questões que lhe sejam colocadas em chat privado. 3º. Por regra os microfones dos participantes estarão desligados no início da sessão, podendo o formador/a solicitar a ativação dos microfones dos participantes para uma interação direta e promover a comunicação com os participantes do grupo. 4.º Poderão ser enviados aos participantes os recursos utilizados e/ou outra informação com vista ao aprofundamento do tema.





  • Objetivos
    • Gerais

      APRESENTAÇÃO: os eventos geopolíticos ocorridos no ano de 2022, adicionando a urgente necessidade de descarbonizar a produção e consumo de energia, desencadearam uma necessidade de existir um sistema elétrico em que a produção ocorra de uma forma mais descentralizada, no qual é essencial que o poder local e os cidadãos tenham um papel ativo. Para dar resposta a estes desafios, tem havido um maior interesse dos cidadãos em produzir a sua energia, quer para a sua independência energética, quer seja para terem um impacto ambiental positivo. Esta necessidade/vontade tem ocorrido a título individual através da instalação de Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC), quer a nível coletivo, através de Comunidades de Energia Renovável (CER) e/ou Autoconsumo Coletivo (ACC). As comunidades de energia representam uma solução que promove a transição energética, no qual permitem uma maior resiliência e capacitação de todas as partes envolvidas. Adicionalmente promovem o uso dos recursos locais com menor impacte sobre o ambiente. O envolvimento de entidades públicas pode ser determinante para o sucesso de uma comunidade de energia, podendo funcionar como um promotor que possui o conhecimento para fomentar e desbloquear estes projetos. Por este motivo, esta formação tem como principal objetivo capacitar os técnicos municipais, nas suas diversas áreas, fornecendo todas as ferramentas para avaliar o potencial de um projeto CER/ACC, e como dar os seus primeiros passos para a sua criação. Os técnicos que estarão nesta sessão usufruirão da partilha da experiência acumulada pela Coopérnico com o seu envolvimento em projetos nacionais e europeus.

      Objetivos gerais: incrementar conhecimentos básicos sobre energia, a fatura da eletricidade e autoconsumo; autoconsumo coletivo/ comunidades de energia renovável; obter ferramentas que permitam avaliar um potencial projeto de ACC/CER; aplicar os conceitos obtidos num projeto proposto pelos técnicos


    • Específicos

      No final do curso os formandos deverão melhorar os seus conhecimentos sobre:

      • como funciona a tecnologia solar e como pode ser usada para o autoconsumo
      • indicadores de performance de uma UPAC
      • conceitos financeiros básicos
      • conceitos gerais sobre Autoconsumo Coletivo e Comunidades de Energia
      • objetivos finais de um ACC/CER
      • atividades uma CER pode desenvolver
      • casos de sucesso de comunidades de energia implementadas na União Europeia
      • enquadramento legislativo geral do ACC/CER
      • pontos-chave do DL15/2022 e do Regulamento do Autoconsumo
      • guias gerais de elaboração de um modelo de financiamento e possíveis canais de financiamento
      • procedimentos para instalar novas UPACs
      • requisitos para implementar um Autoconsumo Coletivo
      • funções de uma EGAC/pessoa coletiva
      • regulamento interno e o que deve conter
      • passos essenciais para proceder ao pedido de licenciamento de um ACC/CER na DGEG
      • metodologias de recolha de dados de consumo dos edifícios/entidades participantes na CER/ACC
      • metodologia de recolha de dados de produção fotovoltaica
      • avaliação técnica & económica de um projeto piloto ACC/CER

       

       

       

  • Programa
    • Sessão 1 - Apresentação da formação e dos conceitos básicos de Autoconsumo, tecnologia fotovoltaica, e avaliação técnica

      1. Apresentação do contexto da formação
      2. Enquadramento inicial das CER e dos ACCs
      3. Conceitos técnicos básicos de energia (unidades básicas, faturas de eletricidade, autoconsumo)
      4. Conceitos básicos sobre a tecnologia fotovoltaica e/ou seus componentes
      5. Conceitos financeiros básicos

      Sessão 2 - Enquadramento legal

      1. Enquadramento diretiva Europeia
      2. Enquadramento legislativo (conceito, benefícios)
      3. Direitos e deveres de um autoconsumidor
      4. CER - Diferentes formas legais - prós & contras
      5. CER - Porquê implementar um projeto de comunidade no município? Como posso implementar?
      6. Canais de financiamento para projetos fotovoltaicos
      7. Esclarecimento de dúvidas
      8. Preparação do trabalho prático

      Sessão 3 – Desenvolvimento do modelo de comunidade / preparação documentação para implementação CER/ACC

      1. Apresentação dos requisitos práticos para implementar um ACC/CER
      2. Metodologia de recolha de dados de consumo
      3. Apresentação e explicação de conceitos económicos básicos
      4. Exemplo de avaliação económica de um projeto
      5. Apresentação do pedido licenciamento DGEG
      6. Dúvidas & questões (da sessão e do enunciado do trabalho)

      Sessão 4 - Aplicação prática dos Conhecimentos abordados na sessão

      1. Organização do auditório em grupos de trabalho
      2. Identificação dos potenciais edifícios numa CER
      3. Obtenção de dados de consumo de um dos edifícios
      4. Obtenção de dados de produção através da plataforma PVGIS
      5. Simulação & atribuição dos coeficientes de partilha

      Sessão 5 - Debate de como montar uma CER/ACC e de como elaborar um regulamento interno

      1. Apresentação/discussão do enunciado do modelo de comunidade de energia (quem são os parceiros/atividades/meios de financiamento/objetivos & organização)
      2. Organização do auditório em grupos de trabalho
      3. Identificação de um caso de estudo para debate
      4. Preenchimento do modelo de comunidade de energia, após debate sobre cada um dos componentes do modelo
      5. Apresentação das conclusões de cada um dos grupos
      6. Apresentação de um template de um regulamento interno
      7. Discussão conjunta das regras principais do regulamento interno
      8. Síntese geral da sessão
      9. Esclarecimento de dúvidas sobre a formação



  • Mais Informações
    • Nº máximo de formandos 20
    • Recursos Pedagógicos Documentação de Apoio Ligação à Internet (Wi-Fi) PC
    • Metodologias de Formação Exposição de conceitos básicos de eletricidade, autoconsumo. Exposição dos passos essenciais para o estabelecimento de um ACC/CER. Enquadramento legal de um ACC/CER. Exposição de motivos para quais faz sentido que os municípios construam CERs com os cidadãos. Apresentação da metodologia de avaliação da viabilidade económica de um ACC/CER. Demonstração de um caso de estudo de avaliação técnica e económica de um ACC/CER em edifícios municipais. Exploração de casos de estudo trazidos pelos formandos. Discussão/brainstorming de ideias como montar uma comunidade de energia. Discussão de como montar e elaborar um regulamento interno Discussão de ideias sobre o conceito e esclarecimento de dúvidas
    • Forma de Organização À distância
    • Metodologias de Avaliação Avaliação inicial diagnóstica (questões orais p/ aferição do nível de conhecimentos/expetativas), contínua formativa (oral e prática durante as sessões) e final de reação (questionário individual e debate assistido).


    • Pré-requisitos
      Recomenda-se ter conhecimentos prévios de como é uma fatura de eletricidade, como funciona um sistema fotovoltaico (opcional) e algum conhecimento a nível de análise de dados é tb recomendado.

      É obrigatório que cada formando tenha computador, com acesso à internet estável e capacidade para ouvir a sessão, seja com colunas ou com auscultadores (aconselhável, para evitar ruído).
      É aconselhável também, se pretender participar, que tenha microfone a funcionar. O uso e ativação de webcam é facultativo, mas preferencial, dada a desejável interação formador-formando. 

      Deve também assegurar uma ligação à internet estável evitando, na medida do possível, outras ligações simultâneas na mesma rede (outras videochamadas, serviços de streaming como Netflix, Youtube, gaming online, etc), sob pena de prejudicar a qualidade da sua ligação, podendo gerar cortes durante a mesma.

      Aconselhamos o teste ao hardware antes do início da sessão, sob pena de perder alguma parte.
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Rua de Belos Ares, 160, 4100-108 PORTO

Telf.: +351 226 001 312 / +351 226 005 219
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Secretariado
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