Pretende-se facultar aos participantes uma visão transversal sobre as principais alterações introduzidas ao "RJUE”, com publicação e entrada em vigor do DL nº 108/2026, de 29 de maio, com especial enfoque nas suas duas grandes áreas de intervenção da gestão urbanística: o controlo prévio e o controlo sucessivo das operações urbanísticas.
Nesse sentido, será feita uma abordagem dos aspetos mais relevantes, formais e substantivos, do "RJUE”, nomeadamente, em matéria de tramitação dos mecanismo de controlo prévio das operações urbanísticas e seu raio de aplicação, o regime de isenção de controlo prévio, o regime do PIP, o dever de atualização dos regulamentos municipais de natureza urbanística, o regime dos prazos do procedimento e o silêncio da Administração – deferimento tácito – o controlo sucessivo das Operações Uurbanísticas e o quadro contraordenacional, a consagração do instituto da arbitragem e o recurso às novas tecnologias de informação colocadas ao serviço dos procedimentos administrativos regulados no "RJUE”.
I-Enquadramento da incitava legislativa de revisão do "RJUE”
1 – Exposição de motivos e entrada em vigor do diploma
2 – Objetivos prosseguidos com a revisão do RJUE
a)Simplificação Administrativa
b)Desburocratização
c)Melhor coordenação dos atores
d)Melhor gestão do tempo
e)Celeridade procedimental
f)Introdução de novas tecnologias de informação
g)Autorresponsabilidade
II -Análise das principais alterações decorrentes da entrada em vigor do D.L. nº 108/2026, com indecência nas seguintes áreas de intervenção:
1 – Conceitos urbanísticos
2 – Poder Regulamentar dos Municípios
3 – Controlo Prévio das operações urbanísticas: Licença administrativa, Mera Comunicação Prévia e Comunicação Prévia com Prazo
4 – Regime de isenção de controlo prévio
5 – Regime do Pedido de Informação Prévia ( PIP)
6 – Intervenção das entidades externas
7 – Tramitação dos procedimentos de controlo prévio e quadro de competências
8 – Condições gerais de execução das Operações urbanísticas
9 – Controlo sucessivo das operações urbanísticas e fiscalização administrativa
10 – Regime contraordenacional
11 – Regime de invalidade dos atos de gestão urbanística e suas consequências
12 - Prazos administrativos e o silêncio da administração: Problemática do deferimento tácito
13 – Regime de utilização de edifícios e frações
14 – Responsabilidade
15 – Resolução de litígios: a arbitragem
III - Conclusões